Funidelia

A mais completa colecção de fatos relacionados com Star Wars em www.funidelia.pt

A Clone TV nas XIII JORNADAS Y EXPOSICIÓN HOLORED ESTELAR SEVILLA (2016)

A Clone TV voltou à cidade de Sevilha, no passado dia 15 de Outubro de 2016, para mais uma visita às Jornadas y Exposición HoloRed Estelar Sevilla.

Entrevista a David M. Santana, um stormtrooper recrutado entre os "nuestros hermanos"

Com regresso marcado em Rogue One e por ocasião da sua visita a Sevilha para participar nas JEHES XIII, a Clone TV esteve à conversa com o actor para saber mais sobre a sua experiência nos estúdios Pinewood e a sua carreira.

Super Star Wars

Vê aqui os vídeos de gaming dedicados ao clássico Super Star Wars (SNES) jogados pelo Mário Cunha da Clone TV.

Rogue One: Uma História Star Wars

Consulta aqui as mais recentes notícias sobre o filme Rogue One: Uma História Star Wars que irá estrear no próximo dia 15 de Dezembro de 2016.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Calendário de Advento Lego Star Wars em imagens


 Agora que já chegámos ao fim do Calendário de Advento Lego Star Wars, sendo que fizemos cada uma das revelações em vídeo, porque não recordar todas as surpresas sob a forma de imagem? Vejam aqui as fotografias tiradas pela Clone TV para vocês e escolham as vossas favoritas:

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Carrie Fisher sofre ataque cardíaco em avião

A atriz famosa pelo papel de Princesa Leia na Guerra das Estrelas estava num voo entre Londres e Los Angeles. Está hospitalizada a lutar pela vida

A atriz norte-americana Carrie Fisher foi esta sexta-feira internada de emergência num hospital de Los Angeles após ter sofrido um ataque cardíaco grave durante um voo entre Londres e Los Angeles, noticia o site especializado TMZ.

Fisher, 60 anos, famosa pelo seu papel como Princesa Leia na saga Star Wars / A Guerra das Estrelas, teve de ser assistida durante o voo, tendo sido submetida a massagens cardíacas, segundo a mesma fonte.

O acidente vascular ocorreu cerca de 15 minutos antes de o aparelho ter aterrado no aeroporto internacional de Los Angeles e a atriz foi depois transportada de emergência para um hospital local.

A atriz andava em digressão a promover o seu livro, autobiográfico, em que relembra o período das filmagens do primeiro filme da saga A Guerra das Estrelas.

Filha da atriz Debbie Reynolds e do cantor e entertainer Eddie Fisher, Carrie regressou no ano passado ao papel que a atirou para o estrelato no Episódio VII de A Guerra das Estrelas, O Despertar da Força, realizado por J.J. Abrams.

Já rodou também o Episódio VIII da saga -- ainda sem título conhecido - que se encontra em pós-produção. Com realização de Rian Johnson, o filme tem estreia prevista para dezembro de 2017.

Fonte: dn.pt

domingo, 18 de dezembro de 2016

Personagem de "Rogue One" pode aparecer em Rebels


Ao que tudo indica, um personagem bem importante de Rogue One: Uma História de Star Wars estará na terceira temporada da série animada Star Wars Rebels.

A conta do Twitter Rebel Reactions encontrou um anúncio numa loja de brinquedos que mostra a personagem Saw Guerrera, que aparece em Rogue One: Uma História de Star Wars, acompanhada de um das mais marcantes frases que a personagem representada por Forest Whitaker diz no novo filme de Star Wars: “Salva a rebelião. Salva o sonho."

Vejam o cartaz aqui em baixo:


O tweet diz: “Parece que Saw Gerrera vai aparecer em #StarWarsRebels em breve!”

A série animada Star Wars Rebels está na sua terceira temporada.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Rogue One: Uma História de Star Wars – uma declaração de amor

 

Quem me conhece sabe que não foi fácil processar o filme O Despertar da Força - bem sei que não é sobre esse que querem ler, mas ainda assim, acompanhem-me por mais uns momentos. Apesar de dizer a mim próprio que não devia criar demasiadas expectativas, a verdade é que falhei nesse propósito e entrei na sala de cinema à espera de ser maravilhado. E bolas, tinha esse direito! Estamos, afinal de contas, a falar de um filme Star Wars. Mas não aconteceu. O filme melhorou à segunda e terceira visualização, mas ainda assim, o estrago da primeira impressão estava feito. E não me compreendam mal – não é que não tivesse gostado do filme … só não me deixou maravilhado!

 Avancemos então para 2016. Começam a sair pormenores sobre o filme Rogue One e inicia-se a contagem decrescente para a sua estreia, que acontece hoje mesmo, dia 15 de Dezembro. De alguma forma parece que o hype do ano passado não se repete: as acções promocionais são mais tímidas, Star Wars não tem o tempo de antena nos grandes meios de comunicação social que tinha no ano passado por igual altura, entre outras coisas. Quanto a mim, tentei também não ser vítima das expectativas e entrar na sala de cinema como uma folha em branco. Muito zen, eu sei. Mas não era tão fácil como parecia! As obrigações para com a Clone TV – e a curiosidade normal, admito – levaram-me a ver teasers, trailers, spots, a comprar figuras de acção, a ler teorias … uma panóplia de coisas que fizeram que, sem que me desse conta, a expectativa ocupasse, qual ocupa, uma parte do meu estado de espírito quanto ao filme. 

E com a expectativa, veio o “medo” (que já sabemos, é como uma espécie de GPS onde só podemos ter como destino o Lado Negro da Força) e a grande dúvida: e se o filme desiludir?

Foi então, preenchido por um turbilhão de emoções, que fui ontem ao cinema ver a ante-estreia de Rogue One: Uma história de Star Wars.

Numa comparação (a última, prometo) com o filme que vimos o ano passado, Rogue One supera-o, mas é também muito mais que isso – é um filme que vale por si próprio. É certo que os desconhecedores do Universo Star Wars poderão sentir alguma resistência em determinadas partes da história, mas os fãs certamente reconhecerão que Rogue One é uma máquina bem oleada que consegue capturar a essência dos filmes originais sem parecer remeter para um saudosismo fácil. Com um “easter egg” aqui e ali – desde a introdução de personagens a outras referências – Rogue One trilha o seu caminho sem deixar, contudo, de nos introduzir elementos novos que tornam o filme numa experiência que nos aquece, mas que consegue ser refrescante ao mesmo tempo.

A história é também competentemente convertida em filme (nem sempre se consegue), e conduz-nos num crescendo de acção que apesar de alguma confusão inicial (dizem alguns, eu admito que não o senti particularmente) desenvolve-se a um ritmo muito bem conduzido por Gareth Edwards. Onde Rogue One inova verdadeiramente é nas personagens que nos traz e nas suas motivações e emoções. Sem a dualidade Jedi e Sith ou bom e mau (ainda assim, menos dual depois das prequelas onde vemos uma Ordem Jedi um tanto ou quanto fechada em sim mesmo), temos personagens mais humanas onde os cinzentos estão, como na vida real, bem mais presentes. É claro que não deixa de ser um filme onde os heróis “vencem” – e até certo ponto, já o sabíamos, embora não o como e a que custo – mas temos ainda assim um leque de emoções presente que dão a este filme um tom que, como já alguns disseram, não víamos provavelmente desde o Império Contra-Ataca.


Sobre as personagens não direi muito, sob pena de uma descrição demasiado pormenorizada delas tirar parte do encanto do filme, mas quanto à escolha para os seus actores, é certo que ganharão o seu lugar no grupo de estrelas de Star Wars. A actriz Felicity Jones é fenomenal no desempenho do seu papel, sendo que os restantes, não lhe fazendo frente, não ficam propriamente atrás. Uma nota muito pessoal para Donnie Yen que interpreta uma das personagens mais interessantes, na minha opinião, do filme e que adoraria ver retratada, quem sabe, na série Rebels. Quanto aos vilões, o regresso de Darth Vader, apesar de ter o seu quê de “fan service”, sabe ainda assim sempre bem. De resto, temos o Director Krennic a protagonizar uma batalha de egos – e estatuto – com outra famosa personagem da saga que regressa aos grandes ecrãs (sobre isso mais falaremos após o levantamento da interdição de spoilers) e algumas novas personagens do exército imperial que enchem o olho – os Imperial Death Troopers e os Shore Troopers. Se os segundos parece ser um resultado do ambiente onde estão, fica a certeza que queremos mais desenvolvimentos sobre os primeiros e sobre o porquê de não terem “espaço” na saga original. 

Ainda uma nota para a banda sonora, já que, pela primeira vez num filme Star Wars, a sua autoria não coube a John Williams. Admitindo que é uma questão que descuro em alguns filmes, tive o cuidado de procurar ter particular atenção neste filme. O ideal é encontrar sempre um meio-termo, onde as notas musicais envolvem as imagens de forma orgânica, resultando uma excelente simbiose entre imagem e áudio. Também aqui, considero que a missão foi bem-sucedida.  Numa primeira visualização e audição não me parece que tenhamos uma Marcha Imperial ou um Duel of Fates, mas ainda assim, a banda sonora adapta-se muito bem ao filme e será certamente mais uma peça de interesse para os audiófilos fãs de Star Wars.


Em suma, Rogue One chegou, viu e venceu! Não era fácil a tarefa de agradar os fãs contando uma história cujo desfecho já era em parte conhecido, mas ainda assim a Lucasfilm consegui-o. A Disney ganha a aposta e mostra que apesar de ter comprado a marca Star Wars, há espaço para coisas novas dentro da saga e, mais importante que isso, para coisas boas! É um filme de acção, é certo, mas temos direito a personagens tridimensionais que, não obstante a impossibilidade de tudo revelar sobre si – e aí entrarão certamente outros meios, nomeadamente livros e séries animadas – somos presenteados com um grupo com o qual se torna fácil nos relacionarmos. Para os críticos do episódio VII, que os houve, aconselho dar uma oportunidade a Rogue One por tudo o que aqui disse. Quanto a mim, sai “vingado” da sala de cinema, com um sorriso infantil na cara e uma vontade imensa de vos falar sobre isso. 

No fundo, fica novamente o sentimento de que é uma óptima altura para se ser fã de Star Wars! 

Mário R. Cunha

Calendário de Advento Lego Star Wars - Semana 2

Calendário de Advento Lego
24 dias
24 surpresas da Lego
24 vídeos da Clone TV

Juntem-se a nós nesta série de 24 vídeos onde descobrimos as surpresas que o calendário de advento da LEGO de 2016 tem para nos oferecer.
Aqui fica o lote de vídeos desta segunda semana de revelações do calendário de advento Lego Star Wars para 2016! Acompanhem as revelações diárias no nosso canal do Youtube.

Dia 8 de Dezembro
Hoth Dish Cannon

Dia 9 de Dezembro
Rebel Hoth Trooper

Dia 10 de Dezembro
Venator-class Star Destroyer / Republic Attack Cruiser

Dia 11 de Dezembro
 Droid Tank

Dia 12 de Dezembro
 Droid Gunship
 
Dia 13 de Dezembro
Battle Droid

Dia 14 de Dezembro
Obi-Wan Jedi Starfighter

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

REVELADA POSSÍVEL LIGAÇÃO ENTRE ROGUE ONE E STAR WARS REBELS

Um novo spot televisivo para Rogue One: Uma História de Star Wars foi apresentado durante a semana passada, e pode conter um easter egg que ligaria o filme a Star Wars Rebels.
O anúncio tem apenas cerca de 15 segundos, mas, pelos sete segundos, há uma imagem que mostra várias naves espaciais. Conforme destaca o ComingSoon, corre a especulação de que uma destas naves pode ser Ghost, da série Rebels. Ambas as naves partilham a construção e semelhanças físicas.
RogueOne-Ghost.jpgO possível avistamente de Ghost, do ComingSoon.
Em Rebels, Ghost é pilotado por Hera Syndulla, uma piloto e líder dotada, e a nave serve como base de um pequeno grupo de rebeldes. No entanto, não se sabe qual a dimensão desta ligação, e o seu significado.
ghost ship 1Ghost em Star Wars Rebels, imagem do ComingSoon.
Rogue One chega aos cinemas a 15 de dezembro. Star Wars Rebels vai para o ar aos sábados, no Disney Channel.
Fonte: pt.ign.com

DICE CONFIRMA CAMPANHA SINGLEPLAYER EM STAR WARS BATTLEFRONT 2

 
Depois da muito criticada omissão de uma campanha singleplayer em Star Wars Battlefront, a DICE confirmou que vai criar uma para a sequela do próximo ano.

Apesar da iniciativa já ter sido sugerida pelo chefe dos EA Studios, Patrick Soderlund, esta é a primeira vez que é discutida de forma explícita e oficial.

Em conversa com a Eurogamer, o produtor da DICE, Paul Keslin, disse o seguinte:

"Eu próprio, como fã de Star Wars, quero história, quero narrativa, quero algo que possa jogar que me faça sentir imerso naquele mundo, mas que me dê algo que possa acompanhar e perseguir."

A Eurogamer refere ainda que a campanha "está assegurada," e que a DICE aprendeu enquanto trabalhou na sua abordagem aos DLC de Rogue One e da Death Star para Battlefront.

Durante a E3 deste ano, foi confirmado que os Motive Studios de Jade Raymond - que estão já a ajudar a criar o jogo de ação/aventura de Star Wars da Visceral - iriam assistir a DICE em Battlefront 2. Keslin confirma também que o papel específico da Motive é desenvolver a campanha.

Discutindo a forma como a DICE mudou o foco para introduzir as funcionalidades multiplayer na campanha de Battlefield 1, Keslin explicou:

"Tem muito a ver com aquilo que falámos acerca da identidade da DICE e da forma como abordámos os jogos. Vamos fazer parceria com algum pessoal da Motive - eles têm o seu próprio entendimento das coisas - mas nós temos uma relação muito próxima com eles, e queremos que tudo seja uma experiência coerente.

"Não queremos que o singleplayer não seja ótimo, e que o multiplayer seja excelente, mas que nada esteja relacionado."

Star Wars Battlefront 2 deve chegar durante o próximo ano, e parece que o jogo se vai inspirar mais nos filmes de Star Wars mais recentes, como O Despertar da Força, Episódio VIII e Rogue One.

Fonte: http://pt.ign.com 


Os presentes Star Wars para o Natal dos que gostam de livros

Este Natal é único para os amantes de Star Wars, pois já estão disponíveis no mercado duas bandas desenhadas e um livro para o público mais novo (mas não só…). No entanto, o ouro, incenso e mirra, tudo junto, é «Making of Star Wars – O Império Contra-ataca», uma obra imprescindível para os amantes da saga, mas também do cinema. Uma bênção do “quarto Rei Mago” Planeta...

 

«Star Wars», de Jason Aaron, Simone Bianchi e Start Immonen
Após o primeiro volume, que reunia as seis primeiras histórias, a BD «Star Wars» está felizmente de regresso, confirmando toda a magia revelada no primeiro arco da história. Tudo começa com uma passagem emblemática do diário de Obi-Wan Kenobi, encontrado por Luke Skywalker, incapaz de compreender o caminho a tomar para se tornar um Jedi. 
Em outro arco narrativo, Han Solo e Leia vivem uma história invulgar com a “ex-mulher” do comandante da Millennium Falcom, Sana Solo. 
Na parte final, todos se encontram para um momento marcante e decisivo no destino de cada um, um momento onde não falta inclusive a aparição de… Darth Vader (e um novo inimigo)!
Mais do que nos primeiros seis volumes desta já imperdível saga, estamos perante uma história que ganha tons épicos na narrativa da série criada por George Lucas no cinema, principalmente devido a Kenobi, que revela o quanto perdeu e tudo o que deixou para trás para salvar a dinastia Jedi.
Evidentemente que a história de Luke, a sua incessante busca pelos segredos da Força, é o principal motivo de interesse de «Star Wars», um interesse plenamente justificável, fruto do vazio existente nos filmes, mas a verdade é que o “capítulo oferecido” a Kenobi é mais do que justificável, uma pequena história que acaba por marcar este segundo volume (a ilustração final é digno de um quadro…).
Em relação ao arco principal, a inocência de Luke, que ignora os perigos do qual é alvo, acaba por o colocar em risco de vida em Nar Shaddaa, conhecida como a Lua dos Contrabandistas. Capturado por Grakkus, o Hutt, um colecionador de relíquias dos Jedi, o ainda jovem fazendeiro vive uma das aventuras de sempre da sua vida.
Deste modo, e de forma criativa e apaixonante, Aaron consegue em pleno criar novas narrativas na saga Star Wars, ao mesmo tempo que procura fazer as imprescindíveis ligações para os filmes. Dificilmente os amantes da série não reviverão todo o imaginário dos filmes, com o argumentista a mostrar toda a sua capacidade narrativa e pleno conhecimento da saga. É por isso meritório o seu trabalho em não fugir em demasia a esse mundo que marcou e continua a marcar milhões de pessoas, uma decisão que é compartilhada por John Cassaday na ilustração, que substitui Stuart Immonen. As lutas na arena de Hutt (que conduz o leitor aos duelos que ocorriam nos Coliseus do Império Romano) são apenas alguns dos grandes momentos que encontramos em «Star Wars». E a verdade é que são muitos…

«Darth Vader», de Kieron Gillen e Salvador Larroca 
Se em «Star Wars» temos uma espécie de BD de aventura, em «Darth Vader» temos uma espécie de BD de intriga, relegando para segundo plano os combates e os confrontos entre os protagonistas (embora os haja, e muitos…). O que é interessante verificar nesta BD é que estamos a viver o mesmo arco narrativo de «Star Wars», mas do ponto de vista do vilão mais famoso do cinema (enquanto na história de Jason Aaron temos a visão dos rebeldes). Este jogo de “narradores” aumenta ainda mais a expetativa de ambas as BDs, pois muito provavelmente as histórias, a dado momento, se cruzarão. 
Não é assim por acaso que “Sombras e Segredos” começa precisamente em Tatooine, momentos depois do duelo ocorrido entre Luke e Boba Fett no final do primeiro volume de “Star Wars”. 
Mais uma vez, Vader luta para se manter como uma peça primordial no Império após o fiasco da destruição da Estrela da Morte. No entanto, e ao mesmo tempo, tem uma agenda muito própria que vai de encontro apenas e só aos seus objetivos. 
Neste segundo volume temos assim o Reino da Intriga, com os seus personagens em busca incessante de tirar proveitos para si próprios. Em relação a Vader, este tem como foco central a captura de Luke, sempre apoiado por Aphra, uma espécie de braço direito do vilão, um personagem que ganha cada vez mais relevo na trama, assumindo por vezes inclusive o papel principal.
Devemos referir todavia que a vida não está fácil para Vader no seio do Império, já que o Grand General Tagge incubiu o Inspetor Tanoth de “fiscalizar” as suas ações, o que acaba por trazer ainda mais problemas para o vilão, que é obrigado a mover as peças com extremo cuidado para não ser desmascarado, o que por muito pouco não acontece. 
«Darth Vader» é portanto outra BD obrigatória neste cativante regresso da saga à Nona Arte. Para os amantes da maquinação, absolutamente obrigatório!

«Making of Star Wars – O Império Contra-ataca», de J.W. Rinzler
Depois de «A Arte de Star Wars: O Despertar da Força», de Phil Szostak, em 2015, a Planeta oferece mais uma prenda imprescindível na época natalícia: «Making of Star Wars – O Império Contra-ataca», de J.W. Rinzler, com prefácio de Ridley Scott. 
Sem sombra de dúvida, estamos diante de um tesouro para os amantes da saga, fruto do meticuloso trabalho de J.W. Rinzler, que apresenta um livro singular devido a quantidade de informações no seu interior, histórias que marcaram por completo a rodagem de «O Império Contra-ataca», considerado por muitos o melhor filme da série de George Lucas.
«Making of Star Wars – O Império Contra-ataca» comprova por exemplo a importância vital do papel de George Lucas na produção, a sua vital e decisiva obsessão criativa pelo filme/saga, que realmente ganhou vida devido a sua muitas vezes incompreensível tenacidade. Uma obsessão que durou quatro anos... (é realmente impossível ficarmos indiferentes a visão global que demonstrava, principalmente por englobar os mais variados departamentos).
Esta nova proposta da Planeta demonstra também a importância que tiveram várias pessoas ao longo deste incrível processo, já que, com o seu olhar único, conseguiram concretizar os inúmeros sonhos e anseios de Lucas, num esforço colaborativo marcante na história do próprio cinema: John Williams, Richard Edlund, John Dykstra, Ben Burtt e Ralph McQuarrie são apenas alguns desses nomes.
É ainda possível e gratificante verificar as diversas mudanças que o script tomou, conhecermos as soluções encontradas para a resolução dos problemas que pareciam insuperáveis, descobrirmos as principais (e as corriqueiras) dificuldades da produção, termos a perceção das incontáveis lutas com os estúdios, sabermos as histórias de bastidores do elenco e da equipa (não nos referimos a “fofocas”…), etc.
A verdade é que, após lermos este livro, dificilmente não olharemos o filme e a saga em si com outros olhos, tal os detalhes revelados por J.W. Rinzler, que faz questão de ilustrar o seu trabalho com fotografias realmente únicas, que enriquecem ainda mais este particular livro, também dirigido aos amantes do cinema (estamos perante um compêndio do que é “fazer” um filme, mesmo nos dias de hoje). 
A pergunta exige-se: depois de 2015 e 2016, qual será a prenda de Natal da Planeta em 2017?

«Star Wars – Onde está o Wookiee?»
Como é hábito, a Planeta também olha para os mais novos neste Natal. «Star Wars – Onde está o Wookiee?» é uma espécie de «Onde está Wally?». Apesar de termos de assumir o papel do Império, que procura incessantemente Chewie, «Vivo ou Orto», a verdade é que a diversão está mais do que garantida, ainda mais quando exploramos vários cenários marcantes dos filmes, como o Mercado de Jawa, o Palácio de Jabba, a Aldeia Ewok, a Estrela da Morte, a Cidade das Nuvens, o Templo Jedi ou o Hangar Imperial. Além de Chewie, temos outros desafios em cada página plana, como encontrar outros personagens ícones de Star Wars, como são os casos dos inseparáveis Chewbacca e Han Solo, a mítica Falcão Milenário ou o temível Boba Fett. Portanto, em «Star Wars – Onde está o Wookiee?», a diversão é mais do que garantida, num livro que consegue unir o entretenimento com a imaginação do leitor. Uma oportunidade única para reunir toda a família ao redor da mesa após o almoço de Natal, mas também no decorrer do ano com os amigos.