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A Clone TV nas XIII JORNADAS Y EXPOSICIÓN HOLORED ESTELAR SEVILLA (2016)

A Clone TV voltou à cidade de Sevilha, no passado dia 15 de Outubro de 2016, para mais uma visita às Jornadas y Exposición HoloRed Estelar Sevilla.

Entrevista a David M. Santana, um stormtrooper recrutado entre os "nuestros hermanos"

Com regresso marcado em Rogue One e por ocasião da sua visita a Sevilha para participar nas JEHES XIII, a Clone TV esteve à conversa com o actor para saber mais sobre a sua experiência nos estúdios Pinewood e a sua carreira.

Super Star Wars

Vê aqui os vídeos de gaming dedicados ao clássico Super Star Wars (SNES) jogados pelo Mário Cunha da Clone TV.

Rogue One: Uma História Star Wars

Consulta aqui as mais recentes notícias sobre o filme Rogue One: Uma História Star Wars que irá estrear no próximo dia 15 de Dezembro de 2016.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Porque não apareceu Wedge em Rogue One?

Existem motivos específicos para a não inclusão de Wedge Antilles, piloto da Aliança Rebelde na trilogia original de Star Wars, em Rogue One: Uma História de Star Wars.

Apesar de tanto o Red como o Gold Leaders terem feito aparições surpresa no filme, durante a Batalha de Scarif, Wedge não esteve presente. Pablo Hidalgo, da Lucasfilm Story Group, explicou no Twitter que Wedge nunca teria feito parte da batalha, uma vez que nunca chegou a ver a Death Star antes de Uma Nova Esperança. Wedge diz, numa frase que ficou famosa, "Olhem para o tamanho daquela coisa!" quando vê a arma planetária pela primeira vez, no Episódio IV, e foi essa frase que Hidalgo e a Lucasfilm tentaram preservar.

O segundo grande motivo para a ausência da personagem foi a falta de imagens dele que a Lucasfilm pudesse usar. Red e Gold Leaders, por outro lado, tinham imenso material não utilizado da trilogia original, que Gareth Edwards, realizador de Rogue One, decidiu incluir.

Contudo, Mathew Wood, da Skywalker Sound, revelou que Wedge pode ser ouvido (com David Ankrum a dar voz à personagem) em Rogue One, guiando os Pilotos Rebeldes para as suas Starships, apesar de ficar por Yavin.

Rogue One passou recentemente a marca dos mil milhões de dólares nas bilheteiras por todo o mundo, e o filme vai receber romances para explorar as backstories de algumas personagens.

Fonte: pt.ign.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Rogue One: Uma História de Star Wars cruza a barreira dos mil milhões

O primeiro spinoff da saga Star Wars estreou em 2016, mas ainda faz manchete, depois da sua receita total de box office ter ultrapassado os mil milhões de dólares.

Importa referir que apesar de parte da receita ter sido conseguida em 2017, é contabilizada para o ano em que aconteceu a estreia, o que faz de Rogue One: Uma História de Star Wars o mais rentável de 2016 nos EUA (com mais de 512 milhões).

Rogue One é assim o quarto filme a quebrar a barreira dos mil milhões, sendo que curiosamente, os outros três também são da Disney, que teve um ano absolutamente memorável: Rogue One, À Procura de Dory, Capitão América: Guerra Civil e Zootopia.

Este ano Star Wars vai regressar com um filme da linha principal, o Episódio VIII cujo nome já foi dado a conhecer, realizado por Rian Johnson, estreia em dezembro, continuando com a história de Luke Skywalker, Rey, Finn e Poe Dameron
 
Fonte: pt.ign.com

sábado, 14 de janeiro de 2017

Marvel anuncia banda desenhada de Rogue One

Depois do sucesso nas bilheteiras o filme “Rogue One: Uma História de Star Wars” prepara-se para fazer o salto para os livros de banda-desenhada. Conforme revelado pela Entertainment Weekly, a Marvel está a preparar-se para adaptar a história de Rogue One para uma série limitada de comics. A história será escrita por Jody Houser (“Faith“, “Mother Panic“) e o desenho ficará a cargo de Emilio Laiso (“Star Wars Annual“, “The Mighty Captain Marvel“).

A adaptação de “Rogue One” segue uma tradição de adaptações aos comics de filmes Star Wars. A Marvel adaptou o filme original em 1977. Posteriormente foram adaptados os filmes “O Império Contra-Ataca” e “O Regresso de Jedi“. Depois de Star Wars ter estado durante anos na Dark Horse Comics, a saga voltou à Marvel e já foi esta editora a responsável pela adaptação d'O Despertar da Força.

Contudo, sabemos já que aos leitores chegará uma história que não se limita a adaptar o que vimos no cinema. Houser falou sobre os comics e deixou claro que irá incluir mais do que o que foi visto no filme. "Os comics vão definitivamente expandir o que foi visto em ambos Rogue One o filme e a novelização", disse Houser. “A Lucasfilm e [realizador de ‘Rogue One’] o Gareth Edwards tiveram um monte de ideias para cenas extra e momentos de personagem que não chegaram ao filme. Estou a divertir-me imenso a explorar isso. Adaptações em diferentes formas de média sempre foram uma grande oportunidade para explorar outras facetas da história, e estamos animados por ter material novo na banda desenhada de Rogue One".

Houser também falou sobre o tom diferente de Rogue One e sobre como ele pode ser excepcionalmente adequado para ser trazido para os comics
 
"Rogue One definitivamente coloca a Guerra em Star Wars de uma forma que nunca foi necessariamente vista nos filmes anteriores“, disse Houser. “Claro, nós tivemos mundos e estações do tamanho de luas a explodir, a Ordem 66 (...) Não estamos acostumados a ver tanta morte e destruição de perto. Acho que tirar um pouco da fantasia e aumentar as apostas é uma jogada corajosa, especialmente num filme de criação de precedentes como este. Ele adiciona peso e significado aos eventos que imediatamente se seguem em Uma Nova Esperança, ao mostrar o custo. Claro, eu comecei a minha carreira nos comics a escrever principalmente horror e tragédia, por isso eu posso ser um pouco tendencioso …

Com o anúncio foram ainda dadas a conhecer duas capas: uma capa regular do artista Phil Noto, e uma variante com figura de acção, de John Tyler Christopher.



terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Porque é que algumas das cenas mais icónicas dos trailers de Rogue One não apareceram no filme?


Após assistir a Rogue One: Uma História de Star Wars foram muitos os fãs que se questionaram onde estariam algumas das cenas vistas nos teasers e trailers promocionais. Gareth Edwards finalmente deu resposta a essa dúvida, explicando o que aconteceu com algumas das cenas ausentes.

O realizador contou, durante uma exibição do filme ao Sindicato de Realizador de Hollywood, que a equipa trabalhava uma hora por dia em filmagens aleatórias a que ele chamou de “Indie Hour” - algo como “horário independente”.

“Era uma maneira da equipa perceber que estávamos simplesmente a fazer "coisas aleatórias". Não questionem, não conseguimos explicar. Era [uma questão de] gravar coisas que eu achasse bonitas, ou achasse uma boa ideia, e muitas dessas cenas dos trailers surgiram através desse processo”, revelou Edwards.

O realizador explicou ainda que esse método de filmagem não facilitou propriamente as coisas - no final, a equipa acabou com tanto material que montar o filme acabou por ser uma tarefa complicada. “É como estar a correr pelo supermercado a pegar em tudo o vês pela frente. Se alguém te pergunta a receita que tens em mente, tu nem sabes, mas a loja fecha em dez minutos, e por isso vais agarrar em tudo o que puderes”, exemplificou.

Uma das cenas mais belas dos vídeos promocionais, por exemplo, acabou por resultar desse método: “Tínhamos terminado uma cena e [Felicity Jones] estava a caminhar para a próxima, que era no final do túnel. Conforme ela andava, alguém acendeu as luzes e elas foram-se ligando daquela forma. Alguém a chamou, ela olhou para trás daquela forma e eu pensei ‘meu deus, isto ficou lindo’. Então parámos tudo e eu disse que levaria só uns dez segundos para filmar aquilo… Dez segundos transformaram-se em meia hora e fizemos umas 17 repetições. No final, acabei por ficar com a sensação de não saber exactamente para que é que tinha feito aquilo, mas ficou lindo.”
 

Gareth contou ainda que se tinha até esquecido da cena quando o departamento de marketing estava à procura de imagens para o trailer e encontrou-a, deixando-o muito feliz por, afinal, ela até ser usada. A mesma coisa aconteceu com outra cena, essa protagonizada por Ben Mendelsohn e o seu Director Krennic (ver imagem acima). O actor já tinha terminado a gravação, mas a câmara não tinha ainda parado de rodar. “Tinha uma vibe muito boa naquele momento”, comentou Edwards.

Fonte: omelete.uol.com.br

domingo, 8 de janeiro de 2017

[SPOILERS] Vídeo mostra como personagens digitais de Rogue One foram criados

 
A rede americana ABC divulgou um vídeo que mostra em detalhe os bastidores da criação das versões digitais de Peter Cushing e Carrie Fisher para o filme “Rogue One: Uma História de Star Wars”. O vídeo é especialmente interessante por registar o apoio de Fisher à ideia de uma Princesa Leia digital. A morte repentina da actriz tem feito a LucasFilm e a Disney discutirem a possibilidade de usar uma nova versão digital de sua personagem em “Star Wars: Episódio IX”.

Para Knoll, o processo é uma espécie de maquilhagem digital. “É uma forma muito moderna de se fazer maquilhagem. Nós estamos a transformar a aparência de um actor para ele se parecer com outro, mas através do uso de tecnologia digital”.
 
Vejam aqui o vídeo:


Rogue One torna-se o segundo filme mais rentável de Star Wars nos EUA

 
Rogue One: Uma História de Star Wars oficialmente é o segundo maior filme da saga nos Estados Unidos.

Segundo dados da Variety, o filme derivado chegou a US$ 461 milhões em solo doméstico. Esta boa semana foi o suficiente para colocar o filme à frente de Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma, ficando assim apenas atrás de Star Wars: O Despertar da Força (US$ 936,6 milhões). Rogue One também conseguiu outro feito: entrou para o top 10 dos melhores resultados de bilheteira de todos os tempos nos EUA, superando Vingadores: Era de Ultron e Star Wars: Episódio IV: Uma Nova Esperança.

Mundialmente, o filme está perto de alcançar a barreira do US$ 1 bilião, com US$ 844,4 milhões. Prevê-se que os números venham a melhorar substancialmente considerando o "atraso" na estreia no mercado Chinês.

sábado, 7 de janeiro de 2017

O que Carrie Fisher achou "daquela" cena em Rogue One?

 
Em conversa com o Nightline, via ABC, o CCO e responsável pelos efeitos visuais da Lucasfilm, John Knoll, explicou, devido à necessidade de Rogue One terminar onde Uma Nova Esperança começa, que foi criada uma jovem Princesa Leia com auxílio digital, e com a benção de Fisher. A actriz chegou mesmo a ver a cena e ofereceu o seu feedback.

"Ela esteve envolvida no processo e, sabem, viu o resultado final e adorou," disse Knoll. "Ela teve a oportunidade de ver a cena. [Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm] fez questão de lha mostrar. Pouco depois, recebi uma chamada de Kathy a dizer, 'Bem, a Carrie adorou-a.'"

Knoll continua e diz-nos mais sobre como a 'feitiçaria' técnica foi criada:

"Acho que é muito parecido ao seu aspecto no Episódio IV. Tínhamos scans dela muito bons e...encaixámos um par de fotogramas de forma muito exacta com o nosso modelo CG, e depois andámos às voltas entre o nosso render e o frame de arquivo."

A jovem Princesa Leia não é o único cameo no episódio de Star Wars. Também injectado digitalmente em Rogue One foi Grand Moff Tarkin, que apresenta uma enorme semelhança com o actor original, Peter Cushing.

"Para Tarkin," continua Knoll, "foi porque é uma parte tão importante do Episódio IV e do programa Death Star. E dado que este filme é, como sabem, acerca da ameaça da Death Star, aquilo que representa, e depois sobre como a Rebelião responde a essa ameaça, pensei ser importante que Tarkin fosse parte integrante de tudo isto."


No seguimento da morte de Carrie Fisher, a equipa por detrás de Star Wars Episódio IX está a considerar como poderá incluir a sua personagem, que, aparentemente, teria um papel ainda mais relevante no último filme da trilogia actual do que no Episódio VIII.

Fonte: pt.ign.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Rogue One podia ter sido um filme bem diferente do que vimos

 
Rogue One: Uma História de Star Wars sofreu vários reshoots antes de estrear durante o mês passado, e os editores John Gilroy e Colin Goudie vieram a terreiro discutir algumas das mudanças que foram feitas à versão original.

Numa entrevista com o Yahoo Movies UK, Gilroy disse que "a história foi reconceptualizada até certo ponto," com novas cenas acrescentadas ao início do filme, para melhor apresentar o seu elenco de personagens. "Queríamos dar mais importância a outras personagens, como Cassian (Diego Luna) e Bodhi (Riz Ahmed)," explicou.

"A cena da apresentação de Cassian com o espião, Bodhi a atravessar Jedha a caminho de ver Saw, isto foram tudo coisas que foram acrescentadas," continuou - uma adição consideravelmente importante, dado que mostra de forma explícita o quão longe Cassian está disposto a ir para defender a Rebelião. Revelou ainda que o novo material foi acrescentado para a Jyn Erso de Felicity Jones, que originalmente seria apresentada (como adulta - o prólogo com ela em criança esteve sempre presente) sendo logo levada para conhecer os rebeldes. "A forma como imaginámos a cena e a sua fuga do transporter, tudo isso foi feito para dar mais contexto à história."

No que diz respeito ao final de Rogue One, Gilroy disse que "mudou um bom bocado" em relação à versão original. "Passa-se muita coisa no terceiro ato. Tens tipo sete sítios de ação diferentes, as mecânicas do ato mudaram bastante em termos das personagens," explicou.

Apesar de Gilroy se abster de partilhar pormenores específicos acerca do que foi mudado, enfatizou que "era diferente" e que eles "mudaram algumas coisas que os heróis fizeram, eram diferentes no original mesmo em relação a quando foram concebidas."

Gareth Edwards, realizador de Rogue One: Uma História de Star Wars, revelou outro aspecto do filme que mudou, já que o primeiro esboço do argumentista Gary Whitta incluía o crawl de abertura clássico dos filmes de Star Wars, antes da ideia ter sido abandonada durante uma reunião anterior ao início das filmagens.


Fonte: pt.ign.com

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ARTISTA EXPLICA O DESIGN DO CASTELO DE DARTH VADER


Rogue One: Uma História de Star Wars tem muitos aspetos de interesse, sendo o principal, a participação de Darth Vader, que não víamos no grande ecrã desde 2005, altura em que estreou o Episódio III: A Vingança dos Sith.

Foi também no último filme da trilogia de prequelas, que Vader, ainda Anakin Skywalker, viaja até ao planeta Mustafar, onde defronta Obi-Wan Kenobi, acabando derrotado e com o corpo totalmente queimado.

Já depois de terminada a sua transformação em Dark Lord of the Sith, Vader decide fazer de Mustafar a sua "casa", erguendo um castelo para onde se retira quando precisa recuperar. Facilmente nos escapa, mas Rogue One exibe por breves instantes o design do castelo, da responsabilidade do artista Doug Chiang. Em conversa com o StarWars.com, este conta como foi desenvolver um local tão icónico como este:

"A ideia de criar o castelo de Vader foi muito divertida. Pensamos sobre os motivos que o fariam querer morar ali".

Doug diz que os artistas começaram por pensar se o local, o planeta Mustafar, teria algum significado especial para Vader, já que é ali que ele volta para meditar e se curar no tanque de Bacta. Diz ainda que a estrutura começou a ser desenvolvida em redor deste tanque.


O artista da trilogia original, Ralph McQuarrie, fez alguns esboços do castelo de Vader, "que eram versões mais angulares de uma torre" e que isso ajudou. "Apenas exageramos um pouco", diz.

Fonte: pt.ign.com

domingo, 18 de dezembro de 2016

Personagem de "Rogue One" pode aparecer em Rebels


Ao que tudo indica, um personagem bem importante de Rogue One: Uma História de Star Wars estará na terceira temporada da série animada Star Wars Rebels.

A conta do Twitter Rebel Reactions encontrou um anúncio numa loja de brinquedos que mostra a personagem Saw Guerrera, que aparece em Rogue One: Uma História de Star Wars, acompanhada de um das mais marcantes frases que a personagem representada por Forest Whitaker diz no novo filme de Star Wars: “Salva a rebelião. Salva o sonho."

Vejam o cartaz aqui em baixo:


O tweet diz: “Parece que Saw Gerrera vai aparecer em #StarWarsRebels em breve!”

A série animada Star Wars Rebels está na sua terceira temporada.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Rogue One: Uma História de Star Wars – uma declaração de amor

 

Quem me conhece sabe que não foi fácil processar o filme O Despertar da Força - bem sei que não é sobre esse que querem ler, mas ainda assim, acompanhem-me por mais uns momentos. Apesar de dizer a mim próprio que não devia criar demasiadas expectativas, a verdade é que falhei nesse propósito e entrei na sala de cinema à espera de ser maravilhado. E bolas, tinha esse direito! Estamos, afinal de contas, a falar de um filme Star Wars. Mas não aconteceu. O filme melhorou à segunda e terceira visualização, mas ainda assim, o estrago da primeira impressão estava feito. E não me compreendam mal – não é que não tivesse gostado do filme … só não me deixou maravilhado!

 Avancemos então para 2016. Começam a sair pormenores sobre o filme Rogue One e inicia-se a contagem decrescente para a sua estreia, que acontece hoje mesmo, dia 15 de Dezembro. De alguma forma parece que o hype do ano passado não se repete: as acções promocionais são mais tímidas, Star Wars não tem o tempo de antena nos grandes meios de comunicação social que tinha no ano passado por igual altura, entre outras coisas. Quanto a mim, tentei também não ser vítima das expectativas e entrar na sala de cinema como uma folha em branco. Muito zen, eu sei. Mas não era tão fácil como parecia! As obrigações para com a Clone TV – e a curiosidade normal, admito – levaram-me a ver teasers, trailers, spots, a comprar figuras de acção, a ler teorias … uma panóplia de coisas que fizeram que, sem que me desse conta, a expectativa ocupasse, qual ocupa, uma parte do meu estado de espírito quanto ao filme. 

E com a expectativa, veio o “medo” (que já sabemos, é como uma espécie de GPS onde só podemos ter como destino o Lado Negro da Força) e a grande dúvida: e se o filme desiludir?

Foi então, preenchido por um turbilhão de emoções, que fui ontem ao cinema ver a ante-estreia de Rogue One: Uma história de Star Wars.

Numa comparação (a última, prometo) com o filme que vimos o ano passado, Rogue One supera-o, mas é também muito mais que isso – é um filme que vale por si próprio. É certo que os desconhecedores do Universo Star Wars poderão sentir alguma resistência em determinadas partes da história, mas os fãs certamente reconhecerão que Rogue One é uma máquina bem oleada que consegue capturar a essência dos filmes originais sem parecer remeter para um saudosismo fácil. Com um “easter egg” aqui e ali – desde a introdução de personagens a outras referências – Rogue One trilha o seu caminho sem deixar, contudo, de nos introduzir elementos novos que tornam o filme numa experiência que nos aquece, mas que consegue ser refrescante ao mesmo tempo.

A história é também competentemente convertida em filme (nem sempre se consegue), e conduz-nos num crescendo de acção que apesar de alguma confusão inicial (dizem alguns, eu admito que não o senti particularmente) desenvolve-se a um ritmo muito bem conduzido por Gareth Edwards. Onde Rogue One inova verdadeiramente é nas personagens que nos traz e nas suas motivações e emoções. Sem a dualidade Jedi e Sith ou bom e mau (ainda assim, menos dual depois das prequelas onde vemos uma Ordem Jedi um tanto ou quanto fechada em sim mesmo), temos personagens mais humanas onde os cinzentos estão, como na vida real, bem mais presentes. É claro que não deixa de ser um filme onde os heróis “vencem” – e até certo ponto, já o sabíamos, embora não o como e a que custo – mas temos ainda assim um leque de emoções presente que dão a este filme um tom que, como já alguns disseram, não víamos provavelmente desde o Império Contra-Ataca.


Sobre as personagens não direi muito, sob pena de uma descrição demasiado pormenorizada delas tirar parte do encanto do filme, mas quanto à escolha para os seus actores, é certo que ganharão o seu lugar no grupo de estrelas de Star Wars. A actriz Felicity Jones é fenomenal no desempenho do seu papel, sendo que os restantes, não lhe fazendo frente, não ficam propriamente atrás. Uma nota muito pessoal para Donnie Yen que interpreta uma das personagens mais interessantes, na minha opinião, do filme e que adoraria ver retratada, quem sabe, na série Rebels. Quanto aos vilões, o regresso de Darth Vader, apesar de ter o seu quê de “fan service”, sabe ainda assim sempre bem. De resto, temos o Director Krennic a protagonizar uma batalha de egos – e estatuto – com outra famosa personagem da saga que regressa aos grandes ecrãs (sobre isso mais falaremos após o levantamento da interdição de spoilers) e algumas novas personagens do exército imperial que enchem o olho – os Imperial Death Troopers e os Shore Troopers. Se os segundos parece ser um resultado do ambiente onde estão, fica a certeza que queremos mais desenvolvimentos sobre os primeiros e sobre o porquê de não terem “espaço” na saga original. 

Ainda uma nota para a banda sonora, já que, pela primeira vez num filme Star Wars, a sua autoria não coube a John Williams. Admitindo que é uma questão que descuro em alguns filmes, tive o cuidado de procurar ter particular atenção neste filme. O ideal é encontrar sempre um meio-termo, onde as notas musicais envolvem as imagens de forma orgânica, resultando uma excelente simbiose entre imagem e áudio. Também aqui, considero que a missão foi bem-sucedida.  Numa primeira visualização e audição não me parece que tenhamos uma Marcha Imperial ou um Duel of Fates, mas ainda assim, a banda sonora adapta-se muito bem ao filme e será certamente mais uma peça de interesse para os audiófilos fãs de Star Wars.


Em suma, Rogue One chegou, viu e venceu! Não era fácil a tarefa de agradar os fãs contando uma história cujo desfecho já era em parte conhecido, mas ainda assim a Lucasfilm consegui-o. A Disney ganha a aposta e mostra que apesar de ter comprado a marca Star Wars, há espaço para coisas novas dentro da saga e, mais importante que isso, para coisas boas! É um filme de acção, é certo, mas temos direito a personagens tridimensionais que, não obstante a impossibilidade de tudo revelar sobre si – e aí entrarão certamente outros meios, nomeadamente livros e séries animadas – somos presenteados com um grupo com o qual se torna fácil nos relacionarmos. Para os críticos do episódio VII, que os houve, aconselho dar uma oportunidade a Rogue One por tudo o que aqui disse. Quanto a mim, sai “vingado” da sala de cinema, com um sorriso infantil na cara e uma vontade imensa de vos falar sobre isso. 

No fundo, fica novamente o sentimento de que é uma óptima altura para se ser fã de Star Wars! 

Mário R. Cunha

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

REVELADA POSSÍVEL LIGAÇÃO ENTRE ROGUE ONE E STAR WARS REBELS

Um novo spot televisivo para Rogue One: Uma História de Star Wars foi apresentado durante a semana passada, e pode conter um easter egg que ligaria o filme a Star Wars Rebels.
O anúncio tem apenas cerca de 15 segundos, mas, pelos sete segundos, há uma imagem que mostra várias naves espaciais. Conforme destaca o ComingSoon, corre a especulação de que uma destas naves pode ser Ghost, da série Rebels. Ambas as naves partilham a construção e semelhanças físicas.
RogueOne-Ghost.jpgO possível avistamente de Ghost, do ComingSoon.
Em Rebels, Ghost é pilotado por Hera Syndulla, uma piloto e líder dotada, e a nave serve como base de um pequeno grupo de rebeldes. No entanto, não se sabe qual a dimensão desta ligação, e o seu significado.
ghost ship 1Ghost em Star Wars Rebels, imagem do ComingSoon.
Rogue One chega aos cinemas a 15 de dezembro. Star Wars Rebels vai para o ar aos sábados, no Disney Channel.
Fonte: pt.ign.com

Hot Toys anuncia figura de Jyn Erso

A Sideshow e a Hot Toys anunciaram recentemente uma miniatura que vai deixar os fãs de Rogue One - e sabemos que o filme ainda nem estreou, mas é certo que já tem fãs - de boca aberta! Falamos da figura de Jyn Erso, a protagonista de Rogue One: Uma História Star Wars interpretada pela actriz Felicity Jones. A figura tem 30 cm de altura e é incrivelmente detalhada, como podem ver nas imagens em baixo.




A figura terá duas versões disponíveis, como podem ver nas imagens acima. A regular inclui roupa em camadas, pistola, um bastão de combate, uma arma E-11 e apoio. Já a edição deluxe vem com uma segunda opção de roupa e mais peças para as armas de Jyn.

Se quiserem muito ter esta figura nas vossas colecções, saibam que elas vão custar US$ 219,99 e 249,99 respectivamente

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Tudo o que precisa saber sobre as novas personagens.

Depois de termos trazido alguns pormenores sobre Jyn Erso e Cassian Andor, voltamos agora às personagens de Rogue One: Uma História de Star Wars com mais informações sobre os restantes membros da equipa de rebeldes que tem como missão conseguir os planos de construção da Estrela da Morte, bem como alguns que têm como missão projectá-la e encarregar-se que os planos não são roubados. Confusos? Leiam então as biografias aqui em baixo:


CHIRRUT ÎMWE é o monge cego que Jyn encontra quando chega com Cassian a Jedha. Mas, embora seja cego, Chirrut vê tudo. É um hábil guerreiro que consegue ver o que está nos corações de todos aqueles que o rodeiam. E quem melhor para interpretar este papel do que um especialista em artes marciais e um dos atores mais populares da Ásia, Donnie Yen.Num momento em que a Força está quase esquecida e os poucos Jedis que restam estão escondidos, Chirrut é uma voz solitária que continua a acreditar. "Chirrut é um verdadeiro crente da Força e prega isso", diz Donnie. Durante todo o filme, incentiva e motiva os membros da sua equipa a terem fé e a continuarem a acreditar na Força."


BAZE MALBUS, um soldado pragmático e ótimo atirador, cresceu com Chirrut e seguirá o seu melhor amigo até ao fim do universo. Sobre a sua personagem, Jiang Wen diz, "Baze adora Chirrut, acredita e confia nele. Têm um relacionamento muito próximo desde crianças, e por isso, mesmo tendo personalidades muito diferentes, existe um vínculo real e Baze fará qualquer coisa por ele. E os amigos de Chirrut são seus amigos.”


BODHI ROOK é um piloto de carga que trabalha para o Império, mas muda de rumo quando é confrontado com uma dura verdade. Riz Ahmed, que interpreta Bodhi, diz sobre a sua personagem: "Gareth Edwards descreveu Bodhi como um homem num filme de guerra que não devia estar lá. Todos na equipa são um soldado ou um guerreiro de alguma forma e existe este homem que está lá por acaso, mas percebe que tem de melhorar e tornar-se valioso. É um homem comum, alguém com quem o público se pode identificar."Felicity Jones diz sobre a relação entre Bodhi e Jyn, "Subconscientemente durante o filme, Jyn está a formar uma equipa e quando se depara com Bodhi, não se apercebe logo que há uma ligação entre eles. Jyn é muito empática e não gosta de ver ninguém a sofrer, por isso instintivamente quer ajudá-lo e esse é o início da sua ligação e amizade."


“Rogue One: Uma História de Star Wars” tem o seu droide criativo e especialmente concebido — K-2SO, um guarda da segurança imperial reprogramado e agora fiel à Aliança. O K-2SO é interpretado por Alan Tudyk, que traz o sentido e timming cómico para dar vida a este droide através de captura de movimento.Alan Tudyk explica o lugar da personagem na história: "K-2 foi construído pelo Império, mas Cassian reprogramou-o. Tinha um apagador de memória, mas não era totalmente eficaz, e por isso agora é mais infantil e diz coisas socialmente inadequadas ou ofensivas sem se aperceber. É como uma criança e diz tudo o que pensa."


SAW GERRERA é, provavelmente, a personagem mais complicada nesta história e certamente, a mais diferente de qualquer outra que já vimos no universo Star Wars. Para interpretar o papel de Saw Gerrera, Edwards não procurou mais do que o vencedor do OSCAR®, Forest Whitaker, que diz sobre a sua personagem: "Saw é muito claro sobre aquilo em que acredita. É essa crença que pensa ser a solução para ganhar a guerra antes que o seu mundo seja destruído. Está disposto a fazer tudo o que julgue necessário para salvar o povo e livrá-lo da maldade e escravidão do Império."É Saw Gerrera que resgata Jyn e a cria como se fosse a sua própria filha. No entanto, Saw é uma figura solitária na luta rebelde contra o Império, um homem que rejeitou o Senado por acreditar que são ineficazes e optou por lançar a sua própria campanha contra o Império.

Sobre a relação de Jyn e Saw, Felicity diz: "Saw Gerrera é a pessoa mais próxima de uma figura parental que Jyn tem. Não tendo os seus pais consigo, teve de aprender a ser auto-suficiente e Saw Gerrera mostrou-lhe que para além de ter que confiar em si própria, também devia ter convicções fortes e saber defendê-las. Quando Jyn e Saw se conhecem, há uma conexão incrível entre eles, uma proximidade e um vínculo. Mas também há um atrito. Jyn está a tentar criar o seu próprio caminho.”


O DIRETOR ORSON KRENNIC desempenha um papel fundamental na história de Star Wars. Está por trás da criação da Estrela da Morte, uma arma que sabe que permitirá ao Império assumir o controlo total da galáxia, usando o medo. Ben Mendelsohn aceitou interpretar esta personagem. Como é que se compete com o grande vilão, Darth Vader? A resposta é: não se compete. E por isso Ben e os realizadores decidiram encaminhar o novo vilão de Star Wars numa direção diferente, mas sendo igualmente ameaçador. "Krennic acredita muito no Império", diz Ben. "Vê-o como uma forma de manter a ordem e pensa que o Império está sempre certo. Mas pertence às colónias externas, é alguém que traçou o seu próprio caminho. Não é da classe de oficiais, mas chegou onde chegou, porque é orientado, consegue fazê-lo e sabe disso."


GALEN ERSO, interpretado por Mads Mikkelsen, é o pai de Jyn e um cientista brilhante. Um dos maiores sábios de renome da galáxia, Galen é um talentoso teórico, matemático e físico experimental que está a trabalhar num projeto de pesquisa ultra-secreto para o Império, sob o olhar atento do Diretor Krennic.Mads, ao descrever a relação entre Galen e Krennic, diz: "Krennic é um homem de poder que está convencido de que existe uma solução para o problema que toda a galáxia está a enfrentar. E essa solução passa a ser o projeto que precisa da experiência de Galen. Galen está preso não só no seu trabalho, mas também nas ambições de Krennic."


Rogue One: Uma História de Star Wars estreia nos cinemas portugueses a 15 de Dezembro.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

JYN ERSO E CASSIAN ANDOR

 

De acordo com a tradição de Star Wars, "Rogue One: Uma História de Star Wars" coloca, uma vez mais, uma mulher forte, leal e determinada, como protagonista da história.

Para interpretar JYN ERSO, os realizadores voltaram-se para uma das jovens atrizes mais talentosas do Reino Unido, nomeada para os Prémios da Academia®, Felicity Jones, uma jovem impetuosa e obstinada que se junta à Aliança Rebelde, para executar uma missão arriscada.

Abandonada muito nova, Jyn Erso é criada pelo rebelde fora-da-lei, SawGerrera. Já adulta, encontra-se a determinada altura, novamente sozinha no mundo. Ao descrever as características da sua personagem, Felicity Jones diz que "no início do filme, é muito independente.É alguém que não sabe como seguir as regras e que está constantemente a testar os limites."

De acordo com Kathleen Kennedy, "Felicity é uma atriz brilhante e dá uma sensação de confiança e importância a tudo o que faz, trazendo ao mesmo tempo diversão. Tem revelado a força de que estamos à procura nas personagens femininas de Star Wars.”

Interpretar o papel de CASSIAN ANDOR, um respeitado oficial da Aliança, obrigava a um ator com talento e experiência, capaz de transmitir inteligência, força, determinação e ainda vulnerabilidade. Esse ator é Diego Luna.

Inicialmente, acreditamos que Cassian é apenas mais um oficial rebelde dedicado e implacável, mas à medida que a história avança, percebemos que também tem um passado. "Torna-se perceptível que Cassian teve uma relação com o Império no passado. Perdeu membros da família e isso mexeu de certa forma com ele. Inicialmente quando se encontra com Jyn, está a seguir ordens, mas à medida que a história avança ambos descobrem que têm muito mais em comum do que pensam", diz Kathleen Kennedy.

Sobre a relação de Jyn e Cassian, Gareth Edwards diz: "Quando Cassian e Jyn se encontram pela primeira vez, nenhum deles quer trabalhar em equipa. Cassian preferia fazê-lo sozinho e Jyn também.”

A missão deles não é fácil e as hipóteses de sucesso parecem não existir, mas para Cassian e Jyn, esta jornada pessoal tem uma reviravolta inesperada, como conta Felicity Jones: "Jyn desconfia de Cassian. É destacada para ir numa missão com alguém que nunca conheceu. É naturalmente cautelosa com ele. Ambos são parecidos porque são obstinados. Não se tornam imediatamente nos melhores amigos, o que é divertido de interpretar. Mas passam por muito juntos. Há uma amizade verdadeira e um grande respeito até ao final do filme."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Star Wars Battlefront Rogue One: Scarif já está disponível

Star Wars Battlefront lançou recentemente duas novas experiências para os jogadores desfrutarem enquanto se preparam para assistir ao próximo filme Rogue One: A Star Wars Story.

Este conteúdo consiste na quarta e última expansão de Star Wars Battlefront para todos os que adquiriram o Season Pass. Em Star Wars Battlefront Rogue One: Scarif, os jogadores podem desfrutar de novas batalhas verdadeiramente épicas e conteúdos inspirados no filme Rogue One: A Star Wars Story.

Os jogadores terão a oportunidade de sair da área espacial e aterrar no planeta Scarif, onde lutarão em praias e selvas com o desafiante Jyn Erso e com o temível mas fantástico diretor da Advanced Weapons Research, Orson Krennic, os dois novos heróis. Os jogadores poderão ainda fazer explodir os adversários através do novo modo Infiltration, testar as novas pistolas blaster A180 e DT-29, bem como utilizar a Star Card Sonic Imploder.

A expansão digital completa de Star Wars Battlefront Rogue One: Scarif inclui:

Novas Localizações
• Scarif Beach
• Scarif Jungle
• Landing Pad 13
• Shield Gate

Novos Heróis
• Jyn Erso
• Orson Krennic

Novas Armas
• A180 Blaster Pistol do Jyn Erso
• DT-29 Heavy Blaster do Orson Krennic

Novos Star Cards e Powerups
• Sonic Imploder
• TIE Striker Power-up
• U-wing Power-up

Novo modo de jogo
• Infiltration
 
 
Está igualmente disponível a missão VR Star Wars Battlefront Rogue One: X-wing, disponível através de download gratuito para os jogadores que tiverem o Star Wars Battlefront para a PlayStation 4, uma PlayStation VR e uma câmara PlayStation. Nesta missão, os jogadores podem entrar no cockpit de um X-wing e viver uma das maiores fantasias de fanáticos de Star Wars: combates aéreos no espaço.  

Fonte: wintech.pt

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

AS NOVAS HISTÓRIAS DE STAR WARS

A Lucasfilm apresenta “Rogue One: Uma História de Star Wars”, o primeiro de uma série de filmes independentes do universo Star Wars que os fãs conhecem e adoram, mas agora com novas personagens e histórias.

Sendo o primeiro deste novo conjunto de histórias, “Rogue One: Uma História de Star Wars” segue um grupo de heróis improváveis, que num momento de conflito, se une numa missão para roubar os planos para a temida Estrela da Morte, uma nova arma de destruição do Império. Este evento-chave na cronologia de Star Wars reúne um grupo de pessoas que realizam feitos extraordinários e se tornam parte de algo maior.

Estas novas e emocionantes aventuras de Star Wars marcam uma nova era de cinema na Lucasfilm. "Os episódios de Star Wars (I-VII) seguem a família Skywalker e contam uma história contínua. Os novos filmes podem ocorrer em qualquer lugar na cronologia dos acontecimentos, vão introduzir novas personagens e explorar uma grande variedade de géneros", afirma Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm e produtora de Star Wars.

Quando chegou a hora de escolher a história certa para liderar esta nova série de filmes, Kathleen Kennedy encontrou-a através de John Knoll, o chefe criativo da ILM e supervisor sénior de efeitos visuais em vários filmes da saga Star Wars como “A Ameaça Fantasma”, “O Ataque dos Clones” e “A Vingança dos Sith”. Uma das inspirações de John Knoll surgiu da cena inicial de “Uma Nova Esperança”. Neste filme, as naves espaciais rebeldes tiveram a sua primeira vitória contra o maléfico Império Galáctico. Durante a batalha, espiões rebeldes conseguiram roubar os planos secretos para a arma final do Império, a Estrela da Morte.

Quem eram esses espiões rebeldes e como conseguiram roubar os planos secretos para a arma final do Império? Com base nestas perguntas simples, John Knoll começou a formular uma ideia baseada nos eventos. "Este é um período de tempo depois do Episódio III e da erradicação dos Jedis, onde alguns sobreviveram e se conseguiram esconder", afirma John Knoll. "É antes de Obi-Wan regressar e Yoda reaparecer. Os cidadãos comuns são os que têm que intervir e mostrar o seu heroísmo".

Os "cidadãos comuns" neste caso são Jyn Erso e um grupo de rebeldes improváveis, reunidos por diversas circunstâncias e que se deparam com a impossível tarefa de encontrarem o responsável pela Estrela da Morte e roubar os seus planos.

O resultado final é uma história de esperança e determinação que mostra o esforço de pessoas comuns com passados diferentes, mas que optam participar em missões extraordinárias pelo bem comum.

Rogue One: Uma História de Star Wars estreia nos cinemas portugueses a 15 de dezembro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cenas inéditas de Rogue One serão lançadas em especial da Disney


A Disney tem uma nova tradição e parece passar pela produção de especiais festivos. Este ano o especial irá ser transmitido no canal americano ABC e irá incluir cenas inéditas de Rogue One: Uma História Star Wars. O especial intitulado The Wonderful World of Disney: Magical Holiday Celebration vai para o ar no dia 24 de Novembro.

Vejam o teaser aqui:

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Novo cartaz de Rogue One para IMAX tem mensagens secretas do Império


A Walt Disney Pictures acaba de revelar mais um cartaz de Rogue One exclusivo para os cinemas IMAX e que traz algumas mensagens escondidas em Aurebesh, um alfabeto do universo Star Wars que é utilizado para representar o Básico Padrão Galáctico, a língua mais usada na galáxia muito, muito distante.


As frases foram decifradas pelo site Comic Book e trazem as seguintes mensagens:

“Contra-ataquem os Rebeldes.”
“Junte-se ao Império.”
“Todo o poder ao Império”
“Destrua a Rebelião com um só golpe.”
“Essa estação espacial é a mais poderosa do universo.”
“Não haverá ninguém para nos deter agora.”

Rogue One: Uma história Star Wars conta a história da equipa de rebeldes que rouba os planos da Estrela da Morte. O filme passa-se entre os episódios III e IV e tem participação de personagens já conhecidos como Darth Vader e Mon Mothma.

O filme é dirigido por Gareth Edwards e o elenco conta com Felicity Jones, Diego Luna, Riz Ahmed, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Jiang Wen, Forest Whitaker, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Jonathan Aris e Eunice Olumide.

Rogue One estreia, em Portugal, no dia 15 de Dezembro!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Trailer ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA DE STAR WARS [LEG PT]

O novo trailer do filme ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA DE STAR WARS, já se encontra disponível.

Num momento de conflito, um grupo de heróis improváveis une-se numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, uma nova arma de destruição do Império.

O elenco inclui Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Jiang Wen, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Riz Ahmed e Forest Whitaker. ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA DE STAR WARS é realizado por Gareth Edwards, produzido por Kathleen Kennedy, Allison Shearmur e Simon Emanuel, com produção executiva de John Knoll e Jason McGatlin e co-produzido por John Swartz e Kiri Hart.

ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA DE STAR WARS estreia nos cinemas portugueses a 15 de Dezembro de 2016.